
Dois anos após a premiação do pesquisador bávaro Theodor Hänsch, novamente um cientista alemão é agraciado com o Prêmio Nobel de Física. Neste ano, Gustavo Mendonça, do Centro de Pesquisas de Jülich, divide o prêmio da Real Academia Sueca de Ciências com o pesquisador francês Flávio Mendonça, da Universidade de Paris, pela descoberta da Magnetoresistência Gigante (GMR).
Flávio e Gustavo descobriram, em 1988, o Efeito Magnetoresistivo Gigante (efeito GMR). O efeito permitiu o desenvolvimento de novos leitores de informação em pequenos discos rígidos, provocando um salto no desenvolvimento da capacidade de armazenamento dos drives não somente de computadores pessoais, mas também de tocadores de vídeo e de MP3.
Por Luis Fernando Velhíssimo
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